comentar
publicado por pedro, em 28.06.05 às 19:56link do post | favorito
INTERIOR DA COFRAGEM DA PAREDE DA ESCADA


Andamos tantas vezes armados em tantas coisas que nem reparamos na luz que sempre esteve lá.

comentar
publicado por pedro, em 19.06.05 às 23:33link do post | favorito
IMINÊNCIA


Jangada à deriva em maré de areia tenta alcançar Porto de abrigo...


comentar
publicado por pedro, em 16.06.05 às 19:25link do post | favorito
PROTECÇÃO DAS PAREDES PARA A BETONAGEM DA LAJE


MISS Parede Molhada !

Foste aquela que se fez primeiro.
A única a ir abaixo.
Mas logo te levantaste e com esta força de mostras!

comentar
publicado por pedro, em 15.06.05 às 19:46link do post | favorito
TULAIPES




...oferecia-te JARROS !

comentar
publicado por pedro, em 15.06.05 às 00:00link do post | favorito
FRACTAL






Os fractais são formas geométricas obtidas a partir de um elemento base ao qual se aplica uma certa transformação bem definida através de regras rigorosas que se aplicam infinitamente.

Tecnicamente, um fractal é um objecto que não perde a sua definição formal à medida que é ampliado, mantendo-se a sua estrutura idêntica à original. Pelo contrário, uma circunferência parece perder a sua curvatura à medida que ampliamos uma das suas partes. Existem duas categorias de fractais: os fractais geométricos, que repetem continuamente um padrão idêntico, e os fractais aleatórios.

As principais propriedades que caracterizam os fractais são a auto-semelhança e a complexidade infinita. Outra característica importante dos fractais é a sua dimensão.
A auto-semelhança é a simetria através das escalas. Consiste em cada pequena porção do fractal poder ser vista como uma réplica de todo o fractal numa escala menor. Esta propriedade pode ser vista, por exemplo, na couve-flor.

A complexidade infinita prende-se com o facto de o processo gerador dos fractais ser recursivo, tendo um número infinito de iterações.

A dimensão dos fractais, ao contrário do que sucede na geometria euclidiana, não é necessariamente uma quantidade inteira. Com efeito , ela é uma quantidade fraccionária.
A dimensão de um fractal representa o grau de ocupação deste no espaço, que tem a ver com o seu grau de irregularidade.





in http://www.educ.fc.ul.pt/semtem/semtem2002/semtem1/introducao.htm







Lembro-me das primeiras vezes que me deparei com a Teoria dos Fractais ( ou Teoria do Caos ) do exemplo dado ser a fronteira de um determinado país. Não é complicado num mapa de escala pequena efectivamente marcarmos as suas fronteiras. No entanto, à medida que aumentamos essa escala as linhas vão adquirindo cada vez mais rigor, tornando-se cada vez mais quebradas. No limite, num país como o nosso, poderemos questionar até que escala vai o pormenor para limitar essa fronteira, entendo-se mais facilmente esta questão no caso do mar e da praia. Aumentando o rigor, estaremos, por exemplo na definição de qual o grão de areia que faz parte do país e qual aquele que não faz.

Mas a teoria fractal faz com que este processo seja infinito, pelo que torna fisicamente ( e mesmo teoricamente ) impossível de marcarmos a nossa fronteira.



É possível falarmos dessa fronteira num sistema "digital", já que este é binário. Apenas funciona com "0" e "1" como On/Off . No já longiquo tempo do ZX Spectrum, por exemplo, trabalhava-se a 8 bits, ou seja, por exemplo, com "00110011" que constituiam 1 Byte. ( estou a falar de cor. Corrijam-me se estiver errado ). Aqui a fronteira é o "Pixel" que é indivisível. Isto não se passa no sistema analógico que é contínuo [ A título informativo, e pode surpreender alguns, mas a qualidade do disco de Vinil, nas condições perfeitas de audição é superior à do CD, nas mesmas condições.].



Assim como o arco-irís, que ao contrário do que se diz, não tem 7 cores mas sim um número infinito de cores, exactamente pela lógica dos fractais.



Partindo deste princípio simples de entender, transporto esta mesma teoria para outros campos, não matemáticos ou geométricos, mas sim éticos.



Há algum tempo fizeram-me a seguinte pergunta:

- Tenho uma sala e estou com um dilema. Ou torno a minha casa com mais arquitectura e ponho uma peça solta no meio da sala que serve com cozinha de um lado e w.c. do outro, ou encosto estas duas divisões ás paredes, ganho espaço mas fico com menos arquitectura. O que é que faria?



Educadamente, esquivei-me a responder. O profssional por ela contratado saberá por certo responder convenientemente a este problema.



E ponho mesmo esta palavra: PROBLEMA. São inúmeras as situações que durante o processo de arquitectura nos deparámos, por várias questões, com vários caminhos para seguir e em todos ( como em tudo na vida ) há vantagens e desvantagens. Dirão que se pondera os prós e contras e vamos para a solução mais equilibrada.



Mas surge a dúvida, tal como a ampliação da fronteira, do limite. E há alturas de decisões em que a fisicamente não é possível ir mais além. É naquela escala que teremos de responder.



Onde termina a ética do arquitecto como profissional e se inicia o seu capricho?
Sendo a escala sempre infinita, esta é uma questão que se põe a qualquer nível, não se falando aqui de questões essenciais obviamente.



Se numa imagem "vista" por um fotógrafo fosse importante ( mas não essencial ) a presença de um objecto para a leitura de um determinado contexto e onde esse mesmo objecto desiquilibraria todo um conjunto que estaria quase perfeito sem ele, deixaria ou tiraria o objecto?



E no caso do jornalismo, onde uma frase com a mesma importância das outras situações já referidas, pudesse ser retirada para que o texto ficasse com mais força mas não 100% compreensível?



Não gosto de caprichos. Lido com esse problema diariamente. Onde acaba a minha função como profissional e se inicia o capricho?




Penso. Muito. E não chego lá...





comentar
publicado por pedro, em 14.06.05 às 00:00link do post | favorito
PINTURA E FOTOGRAFIA: PEDRO MONTEIRO DA CUNHA

Rosto com fundo da obra ESPIRRO POR OCASO [2000]

Reservados os direitos do autor sobre as obras.







És o orgulho para todos aqueles que te queriam !





comentar
publicado por pedro, em 07.06.05 às 16:58link do post | favorito
UM DOS ÚLTIMOS DIAS NA OBRA



11.06.1966 [Ucrânia] - 04.06.2005 [Portugal]


Causa: desconhecida.



comentar
publicado por pedro, em 07.06.05 às 13:23link do post | favorito
ALÇADO SUL. RUA PRINCIPAL

...que és cinzenta.
Que és fechada.

Um dia vão descobrir a luz que imanas dentro de ti!

comentar
publicado por pedro, em 05.06.05 às 21:23link do post | favorito
CORPO DE ENTRADA . ARRUMOS . PAREDES NASCENTE E SUL


...dou por mim a falar para as paredes.

comentar
publicado por pedro, em 02.06.05 às 22:06link do post | favorito
UM DIA OS ERROS CORRIGEM-SE


-Está mal ! Está mal...
Pois estavas.
E ontem, caiste.

mais sobre mim
Junho 2005
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
17
18

20
21
22
23
24
25

26
27
29
30


links
pesquisar
 
blogs SAPO
subscrever feeds