Anónimo a 26 de Abril de 2005 às 00:17
Do sol tens a luz do entardecer, do poente que não deixa a noite aproximar-se
de repente e impede a penumbra de tomar de rompante os olhos. Tens a luz
do poente que faz o dia escurecer devagar como se o cair da sombra fosse lento
e suave, um gesto de poesia e não a escuridão brusca a tapar o horizonte antes
cheio de claridade. Contigo, com o teu halo luminoso, sereno, as melancolias são
menos graves, e o que pode haver de trágico perde significado. A dor consola-se.
Contigo a dor consola-se. Esta é a minha tradução aos sentimentos que este poema me expôs...stela
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(mailto:cla@clau.pt)

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